“Expedição Nissan: À procura do início do Brasil” explora sítios arqueológicos da Pedra do Mirante e Pedra do Pilão, no Pará

 

No segundo dia da “Expedição Nissan: À procura do início do Brasil” no Pará os aventureiros – jornalistas, convidados e pesquisadores – visitaram os sítios arqueológicos da Caverna da Pedra Pintada e o Painel do Pilão, que contam de pinturas rupestres que datam mais de 12 mil anos. É um dos sítios mais importantes do estado nortista e do país. Fotos Pedro Danthas

 

 

O comboio de 15 Nissan Frontier partiu bem cedo do distrito de Alter do Chão, no oeste do Pará, rumo ao Parque Estadual Monte Alegre. Para chegar ao destino, que fica do lado esquerdo do rio Amazonas, foi necessária uma viagem de 2 horas de balsa.

 

 

Lá, os expedicionários visitaram a Caverna da Pedra Pintada, que foi descoberta em pesquisas realizadas no início dos anos 1990. As escavações no local revelaram, nas camadas mais profundas, ossos, dentes e pigmentos de pinturas e pedaços das paredes internas pintadas com figuras com 12 mil anos.

 

 

 

Muitas delas retratam animais, plantas e até cenas de parto. E as pinturas aparecem até na parte mais interna da caverna, onde a luz natural não entra, o que é uma característica rara.

 

 

Depois o grupo seguiu para a Serra do Paituna para visitar o Paredão do Pilão. As pinturas desse local estão a cerca de 100 metros de altura em relação ao rio Amazonas e destacam-se pelas formas geométricas. Entre as representações de animais, uma figura lembra um peixe-boi.

 

 

Para chegar aos sítios arqueológicos, as picapes estão enfrentando terrenos acidentados que colocam à prova as qualidades de fora de estrada do modelo. Os aventureiros utilizam unidades das versões topo de linha SL e da intermediária SE .

 

 

Os expedicionários estão sendo acompanhados por Edith Pereira, arqueóloga com ênfase em Arqueologia Pré-Histórica e em arte rupestre, pré-história da Amazônia.

 

 

 

Graduada em Licenciatura em História pela Universidade Federal do Pará, Edith tem mestrado em História pela Universidade Federal de Pernambuco e doutorado em Geografia e História pela Universidade de Valência, Espanha (1996). Atualmente é pesquisadora Titular do Museu Paraense Emílio Goeldi.

 

 

 

O terceiro dia da “Expedição Nissan: À procura do início do Brasil” foi dedicado à exploração dos sítios arqueológicos da Pedra do Mirante e da Pedra do Pilão, localizados no Parque Estadual Monte Alegre, no oeste do Pará. Os jornalistas, convidados e pesquisadores do grupo conheceram a arte rupestre dos locais, que contam com pinturas com cerca de 12 mil anos representando animais, humanos e formas geométricas diversas.

 

 

Aproveitando a passagem da expedição pelo sítio da Pedra do Mirante, na Serra do Ererê, a Nissan oficializou um legado para o Parque Estadual Monte Alegre. A marca japonesa irá contribuir com a instalação de sinalização para facilitar a visitação e também irá colaborar com a aquisição de uniformes para funcionários do parque. Na ocasião, Rogério Louro, diretor de Comunicação da Nissan, descerrou a primeira placa de sinalização do local junto com Patrícia Messias, gerente administrativa do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor).

 

 

Os expedicionários seguiram em direção à Pedra do Pilão, na Serra do Paytuna. Nesse sítio, além das pinturas rupestres, é possível ter uma vista panorâmica da região. Para alcançar o topo, o grupo teve de subir por um caminho entre as rochas.

 

 

“Expedição Nissan: À procura do início do Brasil”
A expedição, que já visitou sítios arqueológicos em Minas Gerais, Piauí, Mato Grosso e Bahia, tem o compromisso da Nissan de unir os produtos da marca com ações que contribuam com o país. No caso, contribuir com a cultura e a pesquisa científica ao divulgar o rico acervo de pinturas rupestres do Brasil, que muitas vezes é mais conhecido e admirado por estrangeiros do que pelos brasileiros.